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15/12/2020 - Candidatos

Quais são as mentiras mais comuns nos currículos e suas consequências?

Dos currículos que os recrutadores recebem, cerca de 40% contém informações supervalorizadas e 20%, dados falsos. As mentiras podem prejudicar a carreira do profissional de forma imediata e a longo prazo, abalando sua reputação e comprometendo a participação em processos seletivos futuros. O candidato passa a ser conhecido pelo mercado como alguém com credibilidade duvidosa.

Outro fator importante é que no ambiente de trabalho também vale aquele ditado: “A mentira tem perna curta”. A empresa contratante sempre exige, durante a rotina corporativa, as qualificações que estavam no currículo e foram declaradas na entrevista de emprego. Quem não consegue colocar em prática o que foi prometido, além de passar por constrangimento, acaba demitido, vê seu nome deletado do banco de profissionais da empresa e ainda deixa uma referência negativa que pode ser descoberta no próximo processo de recrutamento e seleção.

Confira as mentiras mais comuns que encontramos nos currículos:

Mentir no currículo abala a reputação do profissional

1 – NÍVEL DE IDIOMA

Dependendo da função ou se a empresa contratante é multinacional, alguns candidatos costumam colocar no currículo que são fluentes em idiomas dos quais possuem conhecimento básico ou intermediário. Mas basta uma entrevista por vídeochamada com alguém da matriz para descobrir rapidamente que o candidato não consegue se comunicar em uma segunda língua.

2 – FORMAÇÃO

Com o intuito de deixar o seu currículo mais chamativo, os profissionais citam como concluídos cursos de graduação, extensão ou pós que ainda estão sendo realizados ou foram trancados. No entanto, basta pedir os certificados para detectar a falta de veracidade. Em caso de dúvidas, os recrutadores podem ainda entrar em contato diretamente com as instituições citadas para confirmar a qualificação do candidato.

3 – DATAS

É comum um candidato fraudar no CV o dia em que foi admitido ou desligado das organizações onde trabalhou. O primeiro motivo é temer que a passagem tenha sido rápida indicando um perfil instável no mercado ou um profissional “jumper”, que pula de uma empresa para outra. Outro motivo é tentar diminuir o intervalo entre os vínculos empregatícios para reforçar que não ficou muito tempo afastado do mercado. Mas basta checar a carteira de trabalho ou, então, contatar a antiga empresa para confirmar estas datas.

4- MOTIVOS DE SAÍDA

Geralmente o trabalhador diz na entrevista que saiu da empresa por livre e espontânea vontade, quando, na verdade, foi demitido. Para o recrutador é fundamental saber o real motivo que levou um candidato a ser dispensado porque, assim, ele compreende melhor a personalidade e os objetivos a curto e longo prazo, podendo avaliar se o profissional preenche o perfil que está sendo buscado ou não.

Outras mentiras corriqueiras são: declarar um salário maior, garantir que tem experiência em uma área que não conhece, turbinar as atribuições do cargo anterior e confirmar que participou de trabalhos voluntários. 

Além de checar carteira de trabalho, diplomas, entrar em contato com antigos empregadores, os recrutadores costumam perceber as mentiras durante as entrevistas quando estão diante dos candidatos. Nossa expressão corporal acaba revelando o que está se passando em nossa mente. Tensão, postura, movimentação na cadeira e mãos inquietas demonstram que o candidato está escondendo alguma coisa.

Por isso, ao invés de inflar o currículo com informações falsas, a Avance-Authent aconselha os candidatos a suprirem a deficiência, iniciando um curso de idiomas, uma nova formação ou ressaltando pontos positivos da personalidade que podem ser importantes para a vaga, mesmo que não haja experiência. A sinceridade é uma das qualidades mais valorizadas pelo mercado de trabalho.

 

 

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